A imagem é um pôster promocional da série Fantasmas (Ghosts). No primeiro plano, vemos Sam (Rose McIver) e Jay (Utkarsh Ambudkar), o casal protagonista, posando diante de um muro de pedra com um grande casarão ao fundo. Atrás deles, um grupo excêntrico de fantasmas de diferentes épocas posa de forma divertida, cada um com trajes característicos de sua época e expressões únicas. O cenário verdejante e a mansão reforçam a ambientação da série, que mistura humor e história de maneira envolvente. A imagem transmite perfeitamente o tom leve e cômico da série.
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Crítica de Série: Fantasmas (Ghosts)

Se você está procurando uma série que vai te fazer gargalhar, se emocionar e ainda filosofar sobre a vida (e a morte!), Fantasmas (Ghosts) é a escolha perfeita! Essa pérola da Paramount, também disponível na Netflix, é a mistura ideal de humor afiado, personagens cativantes e uma premissa deliciosamente absurda.

A trama acompanha Sam (Rose McIver, nossa eterna iZombie) e Jay (Utkarsh Ambudkar), um casal apaixonante que herda uma mansão histórica e decide transformá-la em um hotel. Mas o que parecia ser um sonho logo vira um pesadelo — ou melhor, uma loucura hilária — quando Sam sofre um acidente e começa a ver e interagir com os fantasmas que habitam a casa. E não estamos falando de qualquer grupo de almas penadas: são espíritos de diferentes épocas que não conseguiram ser “chupados” para o além e agora convivem como uma família um tanto disfuncional.

O grande trunfo da série está em seus personagens. Cada fantasma é uma explosão de carisma e originalidade, desde o líder autoproclamado da turma, um nobre britânico do século XVIII, até um escoteiro otimista que morreu de forma tragicômica. Eles são histéricos, mas também profundamente humanos (irônico, né?). Suas interações são uma verdadeira aula sobre como a vida — e a morte — podem ser muito mais parecidas do que imaginamos.

E se tem algo que brilha ainda mais do que os próprios fantasmas, é o relacionamento de Sam e Jay. Eles são a prova de que um casal pode ser cúmplice, engraçado e apaixonado sem precisar de dramas forçados. A maneira como Jay lida com o fato de sua esposa falar sozinha o tempo todo (afinal, ele não vê os fantasmas) rende algumas das melhores piadas da série.

Mas Fantasmas não é só comédia. No meio das risadas, há momentos que fazem refletir sobre o tempo, as escolhas e como muitas vezes só percebemos o valor da vida quando já é tarde demais. No entanto, essa não é uma série sobre morte, e sim sobre como viver melhor.

Os episódios são curtos, viciantes e perfeitos para maratonar. Você sempre vai querer ver “só mais um”… e de repente percebe que já assistiu a temporada inteira. É como aquele vizinho fofoqueiro: você diz que vai só ouvir um pouquinho, mas quando vê, já está completamente envolvido.

Se você quer um humor inteligente, um elenco afiadíssimo e uma série que aquece o coração, Fantasmas (Ghosts) é um verdadeiro presente do além.

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Casado com Janaína e pai do Ulisses. Tutor da Zaira (Chow-Chow) e do Paçoca (hamster). Escritor por hiperfoco e autista de nascença. Membro e presbítero da Igreja REMIDI e missionário pelo PRONASCE. Teólogo, Filósofo e Pedagogo em formação. Especialista em Docência do Ensino Superior e em Neuropsicopedagogia e Educação Inclusiva. Meus autores preferidos são: Agostinho, Kierkegaard, João Wesley, Karl Barth, Bonhoeffer, Tillich, C. S. Lewis, Stott e alguns pais da igreja. Meus hobbys são: ler, assistir filmes e séries.

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