Crítica: Série: O Pinguim
O Pinguim é, sem dúvida, um sopro de originalidade para o universo sombrio de Gotham e suas complexas relações de poder. Como spin-off de The Batman (2022), a série pega a tocha do filme e mergulha ainda mais fundo na vida do Pinguim, agora promovido a protagonista, com Colin Farrell encarnando o papel com precisão inquietante. A maquiagem do ator é uma das chaves do sucesso: o visual grotesco e distorcido, somado a seus trejeitos sombrios, faz de Oz um personagem que transita entre o caricato e o trágico, sempre no fio da navalha entre o repulsivo e o fascinante. Leia também: Crítica: Coringa: Delírio a Dois O roteiro abraça…