• A imagem é uma ilustração em estilo iconográfico cristão dividida em duas partes, retratando cenas contrastantes da vida de Jesus Cristo. Na parte esquerda, uma figura sentada em um trono dourado, possivelmente representando a Virgem Maria ou uma figura de autoridade divina, recebe a visita de Jesus. Acima, um anjo radiante desce do céu com luzes divinas, sugerindo um momento de revelação ou orientação celestial. O ambiente é pacífico, com um céu azul e uma paisagem serena ao fundo. Na parte direita, a cena é mais sombria e dramática. Jesus, carregando a cruz, enfrenta um grupo de soldados e figuras coroadas armadas com espadas, que parecem simbolizar a opressão e a autoridade terrena. A expressão de Jesus é de resignação, contrastando com os guerreiros que exercem poder de maneira implacável. A composição reforça um forte contraste entre o divino e o terreno, o amor e a violência, a humildade e o poder mundano. É uma representação visual da Paixão de Cristo e do conflito entre o Reino de Deus e os reinos da Terra.
    Crônicas

    Jesus, Entre Dois Reinos: A Dança do Céu e da Terra

    Era uma vez um homem que caminhava entre dois reinos. Não um pé aqui, outro ali, mas com os dois pés firmes na terra e o coração completamente no céu. Jesus, o carpinteiro de Nazaré, trazia consigo um mistério que nem os mais sábios dos sábios conseguiam decifrar. Ele era como uma ponte entre o visível e o invisível, entre o que se pode tocar e o que só se pode sentir. Seus discípulos, homens simples, pescadores e cobradores de impostos, olhavam para Ele com olhos cheios de esperança, mas também de perplexidade. Eles esperavam um rei, um libertador, alguém que os livraria das correntes de Roma e ergueria um…

  • A imagem está dividida em duas cenas, ambas com forte simbolismo cristão. Na parte esquerda, há um homem trajando vestes eclesiásticas dentro de uma igreja, carregando duas ovelhas nos ombros. A expressão séria e o ambiente sagrado, com vitrais e uma cruz ao fundo, sugerem a figura de um pastor que cuida de seu rebanho. A imagem transmite a ideia de liderança cansada e fadigada, trabalhando sozinha. Na parte direita, um grupo de pessoas vestidas com túnicas azuis está reunido em um ambiente de igreja, formando um semicírculo ao redor de um grande livro sagrado, que brilha intensamente com uma cruz dourada em sua capa. Acima do livro, uma pomba branca paira, irradiando luz, simbolizando o Espírito Santo. A cena evoca a presença divina, a iluminação espiritual e o estudo comunitário das Escrituras, possivelmente representando um momento de culto ou adoração em que todos atuam conjuntamente.
    Crítica

    Igrejas Adultas ou Crianças Espirituais?

    A imagem de uma igreja que desmorona na ausência do pastor é, infelizmente, uma realidade em muitas comunidades cristãs hoje. Ouvimos frequentemente líderes afirmando: “Minha igreja precisa de mim, ela não funciona sozinha”, ou “Se eu sair por um mês, tudo desanda”. Essas declarações, embora possam refletir uma preocupação genuína, também revelam uma triste verdade: muitas igrejas, mesmo após anos de existência, ainda agem como crianças espirituais, incapazes de caminhar sem o constante auxílio de um líder. Mas qual é a raiz desse problema? E como podemos, à luz das Escrituras, repensar essa dinâmica? Leia também: Pastor Também é Ovelha A Dependência Infantil das Igrejas A analogia de uma igreja…

  • Imagem impactante de uma favela sofrendo com o aumento do calor: mostre casas simples, telhados de zinco refletindo o sol intenso, crianças e idosos buscando alívio com ventiladores improvisados ou bacias de água. No fundo, inclua uma cidade moderna com prédios e ar-condicionados, destacando o contraste entre o conforto de alguns e o sofrimento de muitos. Use cores quentes (tons de laranja e vermelho) para transmitir a sensação de calor opressivo, mas adicione elementos de esperança, como árvores sendo plantadas ou painéis solares, simbolizando soluções sustentáveis e justiça climática.
    Ecologia,  Saúde,  Sociedade

    O Aumento de Ar-Condicionados e a Responsabilidade do Reino de Deus

    Introdução: O Calor que Divide e a Criação que Clama O Brasil caminha para um futuro onde 160 milhões de aparelhos de ar-condicionado estarão em uso até 2050, um aumento de 350% em relação aos 36 milhões atuais 1. Esse crescimento, impulsionado por ondas de calor extremas e desigualdades socioeconômicas, não é apenas um problema ambiental, mas um desafio teológico e moral. Como cristãos, somos chamados a refletir sobre nossa responsabilidade diante da criação que “geme” (Romanos 8:22) e dos irmãos que sofrem sob o peso do calor injusto. Este artigo une dados científicos, reflexão bíblica e ética prática para confrontar nossa indiferença e propor caminhos de redenção. I. A Realidade…

  • Crítica

    Quatro Motivos, um Chamado

    No vasto campo dos chamados, o ministério pastoral muitas vezes se confunde com os desejos humanos, revelando a luta constante entre a carne e o espírito. Há quatro motivos que frequentemente conduzem o coração de quem aspira ao púlpito. Três deles, enraizados no ego, e o quarto, no Reino. Leia também: Pastor Também é Ovelha O primeiro motivo é o dinheiro. A tentação de usar o sagrado para encher os próprios bolsos, não é nova. A história está repleta de exemplos de homens que trocaram o altar pelo tesouro, disfarçando ganância de benção. O ouro, que deveria brilhar nas mãos dos pobres e necessitados, ofusca o coração e transforma o…

  • Política

    O Reino Que Não se Encontra no Voto

    A igreja de nossos tempos parece carregar uma mala repleta de anseios ancestrais, um desejo quase utópico de reproduzir um reino onde a divindade governa em teocracia e o homem obedece. Mas, e quanto ao Evangelho? Esse Evangelho marcado por um amor que transcende fronteiras e que se oferece em graça a quem deseja se achegar, de forma voluntária e sincera? A velha aliança de Israel com Deus foi como uma escola para as gerações, uma lição de fidelidade e de dependência divina. Mas com Cristo, vivemos sob o Novo Testamento, e o amor de Deus se alarga ao “kosmos” — o mundo —, sem exigência de raça ou nacionalidade,…

  • Crônicas

    Morrer Para Viver: O Chamado do Discípulo

    Nós, cristãos, somos chamados para morrer. Esta é uma verdade que Cristo expressou claramente, quando disse aos seus discípulos: “Sereis minhas testemunhas” (Atos 1:8). A palavra grega usada para “testemunhas” é melhor traduzida por “mártires” – aquele que está disposto a dar sua vida pela causa de Jesus. Ser discípulo de Cristo implica em assumir, desde o início, que nossa vida já não nos pertence, mas está sujeita ao propósito divino. Há uma tendência no mundo atual de se falar em “cristofobia” – o medo ou ódio ao cristianismo e seus seguidores. Mas, quando somos perseguidos, caluniados ou até mortos por amor a Cristo, o que está acontecendo é o…