O Paradoxo do Saber: Entre Oceanos e Gotas
O vento soprava suavemente, carregando consigo o cheiro fresco da chuva recém-caída. No jardim, sentado em um banco de madeira, eu contemplava as flores dançando ao ritmo do vento. Enquanto observava esse balé natural, minha mente vagava pelas profundezas do saber, refletindo sobre a vastidão do que sabemos e, principalmente, do que desconhecemos. Lembro-me de uma conversa com um amigo filósofo, há muitos anos. Ele, com olhos brilhantes de entusiasmo e uma voz que transmitia sabedoria, disse: “O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”. Naquela época, essa frase soava apenas como um clichê poético. Hoje, contudo, ela ressoa em minha mente com uma profundidade que…